"Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um japonês deixando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o japonês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o seu arroz?
E o japonês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores!!!"
Bom, essa história não tem a ver com os mortos, tem a ver com o respeito. Respeitar as opções dos outros é uma virtude!
Aliás, o respeito em si é uma virtude. Uma pessoa direita é aquela que respeito a todos, independente de classe social, de cor, religião, orientação sexual, etc.
É muito bonito um filho respeitar seus pais, mas isto é sua obrigação! Importante é também aprender a respeitar a todos mesmo, por exemplo, respeitar a faxineira que limpa a sua escola, respeitar o coletor de lixo que recolhe o lixo da sua casa, respeitar o varredor de rua e até o mendigo! As pessoas podem parecer diferentes por fora, mas por dentro todos tem sentimentos, todos se alegram e entristecem!
Mesmo que você não concorde com a outra pessoa, que você ache que a religião dela não faz sentido, por exemplo, ainda assim você deve respeitá-la. E respeitar não é apenas ser educado na frente da pessoa em questão, é não falar mal pelas costas, é deixar que ela creia no que julgar mais certo. Afinal, quem é que sabe tudo nessa vida?!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
tempos idos
Romênia, 1467. O povo passa fome, frio, medo. As sombras estão por toda parte, as incertezas e as angústias imperam. Há sangue manchando o chão, por toda parte. Um temor paralisa as idéias, causa enjôos e uma ansiedade crescente. O sol custa a surgir, o dia permanece branco, as nuvens encobrindo o sol e assim, a noite chega mais cedo. Soldados se aproximam e prendem o pescoço daquela mulher, que tenta se livrar em vão. Ela vai sufocando aos poucos, seus olhos vendo o vazio dentro dos olhos daqueles homens, aos poucos vê apenas um brilho e então, a escuridão...ela para de se debater, sabe que é em vão, a vida lhe deixa. É um tempo de desgraças e tristezas, de maldade e privações. Mas há uma certa beleza nas canções entoadas nas tavernas, nos gritos de alegria ao beberem até cair. Ao esquecerem, por um tempo, toda sujeira e toda maldade. Nesses momentos quem, pois, iria dizer que a maldade está sobre a terra?!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
o inverno e o inverso
Minhas mãos geladas denunciam, o inverno está próximo!
Engraçado, no inverno ouço tanta gente dizer “ahhhh tomara que chegue logo o verão”, aí no verão ouço as mesmas pessoas dizerem “ahhhh tomara que chegue logo o inverno”. Como pode ser isso? Acredito em muitas hipóteses...por exemplo, o ser humano esquece as coisas, por isso quando está frio ele esquece as agonias do forte calor, e vice-versa. Outra coisa é o fato de o ser humano ser um eterno insatisfeito, sempre quer mais, melhor, diferente, neste caso existem prós e contras. Prós no sentido de evoluir, contra no sentido de frustração. E há ainda a própria mudança, sair daquilo que é uma rotina e buscar algo novo, porque é sabido que nas estações não é apenas a temperatura que se altera, mas as cores, as flores, as frutas, as possibilidades...
Ah sim, sobre as possibilidades. No verão a gente se sente mais disposto a mudar, a sair pra caminhar, a fazer coisas novas, tentar novos horizontes, ir pra praia, fazer uma hortinha, e tantas outras coisas...mas o calor, quando sufoca torna tudo pesado, angustiante, eu particularmente não gosto da sensação de calor + umidade alta, isso cria uma espécie de “manto da agonia” em torno do corpo da gente...
No inverno dá vontade de ficar ao sol, fazer um passeio com a pessoa amada, ficar de baixo das cobertas! Que maravilha! Tomar uma bebida quente, comer uma comidinha quentinha também...e sorvete! Por mais estranho que possa parecer pra mim sorvete vai bem em qualquer temperatura, e no inverno ainda há o benefício de ele demorar para derreter! =o)
No inverno as cores são mais vivas, o mar é mais lindo, o céu mais limpo, as montanhas mais atrativas. Dá vontade de ir a todos os lugares, e por vezes até arriscar um banho de mar ou cachoeira...mas daí sair correndo pra um chuveiro bem quentinho, uma sopinha e cama! Pra não correr o risco de passar os próximos dias com o nariz escorrendo...
Bom, eu prefiro o inverno, mas gosto também da disposição do verão! E tem ainda o fato de que no inverno a gente costuma engordar, no verão emagrecer...eita! Mas é isso aí, post leve como estou também me sentindo...
Engraçado, no inverno ouço tanta gente dizer “ahhhh tomara que chegue logo o verão”, aí no verão ouço as mesmas pessoas dizerem “ahhhh tomara que chegue logo o inverno”. Como pode ser isso? Acredito em muitas hipóteses...por exemplo, o ser humano esquece as coisas, por isso quando está frio ele esquece as agonias do forte calor, e vice-versa. Outra coisa é o fato de o ser humano ser um eterno insatisfeito, sempre quer mais, melhor, diferente, neste caso existem prós e contras. Prós no sentido de evoluir, contra no sentido de frustração. E há ainda a própria mudança, sair daquilo que é uma rotina e buscar algo novo, porque é sabido que nas estações não é apenas a temperatura que se altera, mas as cores, as flores, as frutas, as possibilidades...
Ah sim, sobre as possibilidades. No verão a gente se sente mais disposto a mudar, a sair pra caminhar, a fazer coisas novas, tentar novos horizontes, ir pra praia, fazer uma hortinha, e tantas outras coisas...mas o calor, quando sufoca torna tudo pesado, angustiante, eu particularmente não gosto da sensação de calor + umidade alta, isso cria uma espécie de “manto da agonia” em torno do corpo da gente...
No inverno dá vontade de ficar ao sol, fazer um passeio com a pessoa amada, ficar de baixo das cobertas! Que maravilha! Tomar uma bebida quente, comer uma comidinha quentinha também...e sorvete! Por mais estranho que possa parecer pra mim sorvete vai bem em qualquer temperatura, e no inverno ainda há o benefício de ele demorar para derreter! =o)
No inverno as cores são mais vivas, o mar é mais lindo, o céu mais limpo, as montanhas mais atrativas. Dá vontade de ir a todos os lugares, e por vezes até arriscar um banho de mar ou cachoeira...mas daí sair correndo pra um chuveiro bem quentinho, uma sopinha e cama! Pra não correr o risco de passar os próximos dias com o nariz escorrendo...
Bom, eu prefiro o inverno, mas gosto também da disposição do verão! E tem ainda o fato de que no inverno a gente costuma engordar, no verão emagrecer...eita! Mas é isso aí, post leve como estou também me sentindo...
terça-feira, 8 de junho de 2010
anoitecendo e uma forma de ajuda
Começa a anoitecer, o ar frio da noite entra pela janela causando arrepios!

Ajudar às vezes não custa muito, talvez um pouco de tempo, talvez nem custe nada para quem ajuda...mas para quem recebe a ajuda é algo muito valioso.
As pessoas já estão em sua maioria cansadas de tanto descaso, da falta de vontade alheia, do egoísmo, da ganância...mas não percebem que também recusam constantemente ajuda aos outros.
Há muitas e variadas formas de ajuda, desde a financeira até a espiritual. Hoje estou falando de ajuda em pesquisas. Quantos e quantos pesquisadores vêem suas preciosas pesquisas perdendo a credibilidade por falta de ajuda, e nem estou falando de ajuda governamental! É a simples ajuda do povo que está cansado demais para aceitar participar de qualquer coisa que não lhe dê algum trocado. É uma miséria mesmo! Mas esta miséria é muito mais espiritual do que material!
Quando se encontra pessoas dispostas a colaborar sem nenhum interesse isso é algo maravilhoso! Mas é tão raro...
Costumo fazer um exercício realtivamente simples e que ajuda bastante a entrar em forma, esta forma da qual falo é a forma "ser humano". Você simplesmente se coloca no lugar da outra pessoa e age com ela como gostaria que ela estivesse agindo com você, é só isso, simples assim!
Parar na rua pra responder questionário é uma chatice, eu sei...mas pense que para a pessoa que está aplicando o questionários é seu meio de ganhar o pão! Pense na pessoa que está ali e não na companhia que o enviou...ou você pensa que são os diretores que vão para as ruas aplicar questionários?!

Ajudar às vezes não custa muito, talvez um pouco de tempo, talvez nem custe nada para quem ajuda...mas para quem recebe a ajuda é algo muito valioso.
As pessoas já estão em sua maioria cansadas de tanto descaso, da falta de vontade alheia, do egoísmo, da ganância...mas não percebem que também recusam constantemente ajuda aos outros.
Há muitas e variadas formas de ajuda, desde a financeira até a espiritual. Hoje estou falando de ajuda em pesquisas. Quantos e quantos pesquisadores vêem suas preciosas pesquisas perdendo a credibilidade por falta de ajuda, e nem estou falando de ajuda governamental! É a simples ajuda do povo que está cansado demais para aceitar participar de qualquer coisa que não lhe dê algum trocado. É uma miséria mesmo! Mas esta miséria é muito mais espiritual do que material!
Quando se encontra pessoas dispostas a colaborar sem nenhum interesse isso é algo maravilhoso! Mas é tão raro...
Costumo fazer um exercício realtivamente simples e que ajuda bastante a entrar em forma, esta forma da qual falo é a forma "ser humano". Você simplesmente se coloca no lugar da outra pessoa e age com ela como gostaria que ela estivesse agindo com você, é só isso, simples assim!
Parar na rua pra responder questionário é uma chatice, eu sei...mas pense que para a pessoa que está aplicando o questionários é seu meio de ganhar o pão! Pense na pessoa que está ali e não na companhia que o enviou...ou você pensa que são os diretores que vão para as ruas aplicar questionários?!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
a vida nas montanhas
A vida nas montanhas é revigorante, renova as energias!
Mas a vida nas montanhas também é uma vida de privações, por vezes...
O gado precisa comer, mesmo na seca intensa, mesmo com a chuva imensa!
Às vezes vem a geada e queima o pasto, ou a chuva que apodrece a forragem, ou a seca que torna infértil a maioria das pastagens.
Alguns enlouquecem, outros se matam, outros fazem dívidas até não mais poder e depois ficam sem saber o que fazer.
Aí quando o pessoal da cidade vai no supermercado comprar leite acha um absurdo o preço! Mal sabem quanto suor está impresso em cada caixinha desse leite...mas o mal de tudo mesmo é o preço que o intermediador paga ao coloco, dono das vaquinhas que miseraram o ano inteiro, isso sim é uma vergonha!
Quando há sol na medida, quando a chuva abunda mas não em demasia, quando não há calor nem frio demais...aí a vida nas montanhas é um encanto só!
Mas ainda assim o colono acorda todos os dias de madrugada para trabalhar, faça chuva ou sol, 20°C ou 0°C, seja dia de semana ou feriado...
É preciso valorizar quem se dá ao trabalho de nos por o pão na mesa, digo, o leite, as verduras, a carne...nós pagamos por tudo isso, mas quantos de nós estariam realmente dispostos a "meter a mão na massa" para se queimar ao sol e ganhar uma miséria?! De nada adiantam fábricas de enlatados se não houver a matéria-prima. Eu admiro esse povo que tem o dom da terra!
Mas a vida nas montanhas também é uma vida de privações, por vezes...
O gado precisa comer, mesmo na seca intensa, mesmo com a chuva imensa!
Às vezes vem a geada e queima o pasto, ou a chuva que apodrece a forragem, ou a seca que torna infértil a maioria das pastagens.
Alguns enlouquecem, outros se matam, outros fazem dívidas até não mais poder e depois ficam sem saber o que fazer.
Aí quando o pessoal da cidade vai no supermercado comprar leite acha um absurdo o preço! Mal sabem quanto suor está impresso em cada caixinha desse leite...mas o mal de tudo mesmo é o preço que o intermediador paga ao coloco, dono das vaquinhas que miseraram o ano inteiro, isso sim é uma vergonha!
Quando há sol na medida, quando a chuva abunda mas não em demasia, quando não há calor nem frio demais...aí a vida nas montanhas é um encanto só!
Mas ainda assim o colono acorda todos os dias de madrugada para trabalhar, faça chuva ou sol, 20°C ou 0°C, seja dia de semana ou feriado...
É preciso valorizar quem se dá ao trabalho de nos por o pão na mesa, digo, o leite, as verduras, a carne...nós pagamos por tudo isso, mas quantos de nós estariam realmente dispostos a "meter a mão na massa" para se queimar ao sol e ganhar uma miséria?! De nada adiantam fábricas de enlatados se não houver a matéria-prima. Eu admiro esse povo que tem o dom da terra!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Sinceridade...
A sinceridade é uma virtude de poucos! Não digo isso por acreditar que a maioria vive a mentir, não é isto. Digo que a sinceridade é para poucos, pois penso que são poucos os que realmente conseguem compreender o que é a sinceridade. Sinceridade não é falar o que vier na cabeça, não é sair tagarelando o que quiser com a desculpa de que “ahh eu sou sincero!”. A sinceridade vem do interior da pessoa, e para ser sincero com os outros antes é preciso ser sincero consigo mesmo. Já dizia Goethe “ninguém consegue nos enganar melhor que nós mesmos”. Podemos tentar e até conseguir enganar a todos...a todos, menos a nós mesmos!
Acredito também que a sinceridade não é somente um sentimento, mas uma atitude, e esta atitude não está isolada. Vem acompanhada da honestidade, da lealdade, da retidão do caráter! Por isso antes de pensar em ser sincero é preciso pensar se podemos sustentar esta sinceridade. Ou seja, é preciso se perguntar se a pessoa que o ouve está mesmo preparada para ouvir o que pretende dizer, do contrário as palavras serão à toa. Às vezes é preciso falar as coisas do modo que o outro possa compreender, mas isto não deve ser feito na base de mentiras, e sim na escolha das palavras. Dizem que a pessoa honesta, sincera, não precisa de boa memória, ao contrário dos mentirosos que precisam sempre estar atentos ao que dizem...
Acredito também que a sinceridade não é somente um sentimento, mas uma atitude, e esta atitude não está isolada. Vem acompanhada da honestidade, da lealdade, da retidão do caráter! Por isso antes de pensar em ser sincero é preciso pensar se podemos sustentar esta sinceridade. Ou seja, é preciso se perguntar se a pessoa que o ouve está mesmo preparada para ouvir o que pretende dizer, do contrário as palavras serão à toa. Às vezes é preciso falar as coisas do modo que o outro possa compreender, mas isto não deve ser feito na base de mentiras, e sim na escolha das palavras. Dizem que a pessoa honesta, sincera, não precisa de boa memória, ao contrário dos mentirosos que precisam sempre estar atentos ao que dizem...
terça-feira, 1 de junho de 2010
relógios
Quando no pulso não há um relógio a marcar as horas, que diferença faz se forem 13:30h ou 13:40h? Então se for assim, que diferença faz se forem 8h ou 18h? A diferença está na percepção...contas as horas é atividade costumeira para quem vive medindo o tempo. Mas o tempo é relativo, bom, já dizia Einstein que tudo o é...
O relógio é, talvez, o menor objeto de escravização humana! Mas o que eu quero dizer com isto? Certamente não estou menosprezando a pontualidade, pois, ao assumir um compromisso o mínimo que se pode fazer é chegar em tempo, ou até um pouco mais cedo...
Mas agora se esquecendo um pouco dos compromissos nossos de cada dia...quando estamos a sós, que diferença faz saber do horário?! Simplesmente não faz diferença...o problema é que estamos acostumados demais a olhar para o relógio, e não somente isto, nos acostumamos a sempre ocupar o tempo com alguma coisa! Mas eu pergunto: que mal faria simplesmente parar um pouco para, sei lá, observar a natureza e pensar sobre a vida??! Isso certamente é algo que muitos chamariam de falta de comprometimento com suas atividades...mas digo eu que talvez nos poupasse muitos aborrecimentos, muito tempo gasto com inutilidades, nos pouparia muita vida, afinal...
O relógio é, talvez, o menor objeto de escravização humana! Mas o que eu quero dizer com isto? Certamente não estou menosprezando a pontualidade, pois, ao assumir um compromisso o mínimo que se pode fazer é chegar em tempo, ou até um pouco mais cedo...
Mas agora se esquecendo um pouco dos compromissos nossos de cada dia...quando estamos a sós, que diferença faz saber do horário?! Simplesmente não faz diferença...o problema é que estamos acostumados demais a olhar para o relógio, e não somente isto, nos acostumamos a sempre ocupar o tempo com alguma coisa! Mas eu pergunto: que mal faria simplesmente parar um pouco para, sei lá, observar a natureza e pensar sobre a vida??! Isso certamente é algo que muitos chamariam de falta de comprometimento com suas atividades...mas digo eu que talvez nos poupasse muitos aborrecimentos, muito tempo gasto com inutilidades, nos pouparia muita vida, afinal...
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